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Tragédia na Zona da Mata - Sobe para 37 o número de mortos na Zona da Mata; buscas entram em fase crítica.

  • Foto do escritor: Por: Só Aki Fabri
    Por: Só Aki Fabri
  • 25 de fev.
  • 2 min de leitura
Com 125 bombeiros em campo e nove frentes de atuação, equipes concentram esforços em Juiz de Fora e Ubá após madrugada de novos achados.
Com 125 bombeiros em campo e nove frentes de atuação, equipes concentram esforços em Juiz de Fora e Ubá após madrugada de novos achados.

As operações de resgate nos municípios de Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa entraram em um estágio decisivo nesta manhã. Após as fortes chuvas que castigaram a Zona da Mata, o balanço oficial aponta 37 mortes confirmadas e uma busca incessante por 33 pessoas que permanecem desaparecidas.


​Ao todo, uma força-tarefa de 125 militares do Corpo de Bombeiros está mobilizada, utilizando máquinas pesadas e técnicas de varredura em áreas de soterramento.


Panorama da Operação por Município


Abaixo, os números atualizados pela última checagem oficial das autoridades de segurança:


Juiz de Fora: 30 mortos - 31 desaparecidos - 62 bombeiro em campo

Ubá: 07 mortos - 02 desaparecidos - 49 bombeiros em campo

Matias Barbosa: 00 mortos - 00 desaparecidos - 14 bombeiro em campo

Total: 36 mortos - 33 desaparecidos - 125 bombeiro em campo


Madrugada de buscas em Juiz de Fora


​O cenário mais devastador concentra-se em Juiz de Fora. Apenas na última madrugada, as equipes de resgate localizaram cinco corpos, elevando o total da cidade para 30 vítimas fatais. As frentes de trabalho estão priorizando os bairros mais atingidos:

  • Bairro Esplanada: 3 corpos localizados nesta madrugada.

  • Bairro Paineiras: 1 corpo localizado.

  • Vila Ideal: 1 corpo localizado.


​Apesar da destruição, o trabalho das equipes de salvamento trouxe esperança: 208 pessoas foram resgatadas com vida até o momento nas três cidades, retiradas de áreas isoladas ou residências parcialmente soterradas.


Alerta da Defesa Civil


A situação permanece de "extrema atenção". A Defesa Civil mantém o monitoramento ininterrupto das encostas e reforça a orientação para que moradores de áreas de risco não retornem aos imóveis.


​"A prioridade total é a localização dos desaparecidos, mas o risco geológico ainda é alto. Pedimos que a população respeite os alertas e evacue áreas vulneráveis preventivamente em caso de novos alertas de chuva", orienta o órgão.

​As buscas seguem em nove frentes simultâneas, sem previsão de interrupção, enquanto o solo saturado ainda oferece riscos de novos deslizamentos.

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