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Homicídio em Ipatinga: Dívida com o tráfico é a principal linha de investigação para morte de mototaxista

  • Foto do escritor: Por: Só Aki Fabri
    Por: Só Aki Fabri
  • há 14 horas
  • 2 min de leitura
Dois suspeitos foram presos preventivamente no bairro Canaãnzinho; Polícia Civil aponta que o crime foi planejado e monitorado via GPS.
Dois suspeitos foram presos preventivamente no bairro Canaãnzinho; Polícia Civil aponta que o crime foi planejado e monitorado via GPS.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deu um passo decisivo na elucidação do assassinato do mototaxista Divino Rodrigo Evangelista, ocorrido no dia 24 de janeiro, no bairro Canaã, em Ipatinga. Na tarde de ontem (16), dois homens foram presos preventivamente sob a suspeita de envolvimento direto no crime. A principal motivação investigada é uma dívida relacionada ao tráfico de drogas.


Crime premeditado e monitorado


De acordo com o delegado responsável pelo caso, Leonardo Félix Damasceno, as investigações apontam que a execução não foi casual. Através da análise de dados de GPS dos veículos utilizados pelos investigados, a polícia confirmou que a dupla circulou pelas proximidades do local de trabalho da vítima no dia do homicídio.


Momentos antes da ação, os suspeitos teriam se reunido em um bar, onde consumiram cocaína. "A análise técnica foi fundamental para confrontar as versões e estabelecer a dinâmica do crime", destacou o delegado.


Tentativa de despistar a polícia


Um detalhe que chamou a atenção dos investigadores foi a tentativa de um dos suspeitos de criar um álibi. Ele chegou a acionar a Polícia Militar para registrar um suposto furto de sua motocicleta. No entanto, a Polícia Civil descobriu que ele tinha pleno conhecimento de que o veículo estava sendo usado por outro envolvido na execução, o que reforça a tese de ocultação de provas e participação no plano.


O comportamento dos suspeitos


As prisões ocorreram no bairro Canaãnzinho, após a polícia receber informações de que os investigados, que haviam deixado a cidade, retornaram ao município.

  • Suspeito 1: Prestou depoimento, mas apresentou uma versão considerada incompatível com as provas técnicas colhidas.

  • Suspeito 2: Já havia sido ouvido anteriormente e, nesta nova fase, optou pelo direito constitucional de permanecer em silêncio.


Próximos passos


Embora a linha de investigação sobre o tráfico de drogas seja a mais consistente até o momento, a Polícia Civil ressalta que a confirmação final virá com a conclusão do inquérito.


"As investigações continuam. O objetivo agora é localizar e prender pelo menos mais um indivíduo que teria participado do homicídio", afirmou a autoridade policial.

Os dois detidos já foram encaminhados ao sistema prisional, onde permanecem à disposição da Justiça.

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