Tragédia no Melo Viana: Jovem de 21 anos morre em acidente e motorista foge
- Por: Só Aki Fabri

- 30 de abr.
- 2 min de leitura
Clarice Alipio de Almeida foi vítima de uma colisão na madrugada desta quinta-feira (30); o condutor do automóvel fugiu do local sem prestar socorro.

A madrugada desta quinta-feira (30) foi marcada por mais uma tragédia no trânsito do Vale do Aço. O que deveria ser apenas o trajeto de volta para casa tornou-se o cenário de um acidente fatal que ceifou a vida de Clarice Alipio de Almeida, de apenas 21 anos. O caso, registrado na Avenida Magalhães Pinto, em Coronel Fabriciano, escancara não apenas a vulnerabilidade de quem utiliza motocicletas, mas também a covardia da omissão de socorro.
O impacto e a dinâmica da colisão
De acordo com as informações divulgadas pela Polícia Militar, o acidente ocorreu no cruzamento da avenida Magalhães Pinto com a rua Antônio Santiago. A vítima seguia pela avenida no sentido centro/bairro quando foi atingida por um automóvel — testemunhas relataram que se tratava de um veículo de cor clara.
A força da colisão foi tamanha que arremessou a motociclista para o outro lado do canteiro central. As equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) encontraram Clarice com um quadro gravíssimo: traumatismo craniano grave, fratura cervical e suspeita de hemorragia interna. Apesar dos esforços das equipes médicas, ela sofreu uma parada cardiorrespiratória e faleceu dentro da ambulância.
A covardia da fuga
O aspecto mais revoltante desta ocorrência é a postura do motorista envolvido. Em vez de parar e prestar o auxílio necessário para tentar salvar uma vida, o condutor optou pela fuga em alta velocidade. Abandonar uma pessoa ferida na via é uma atitude que não apenas fere o código de trânsito, mas também desafia o senso de humanidade e exige uma resposta rigorosa das autoridades.
A perícia técnica já esteve no local para realizar os levantamentos, e o corpo foi encaminhado para os procedimentos de praxe. Agora, a busca pelo motorista que fugiu do local torna-se uma prioridade para garantir que a impunidade não tenha a última palavra nessa história.







