Polícia age rápido e prende motorista que causou morte de jovem em Coronel Fabriciano
- Por: Só Aki Fabri

- 30 de abr.
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Atualizado: 8 de mai.
Retorno irregular, fuga sem socorro e prisão estratégica: o desfecho rápido da Polícia Militar após a tragédia que tirou a vida de Clarice Alípio de Almeida, de 20 anos.

O desrespeito às leis de trânsito cobrou o seu preço mais alto na madrugada desta quarta-feira (30), na Avenida Governador José Magalhães Pinto, no bairro Melo Viana, em Coronel Fabriciano. A jovem Clarice Alípio de Almeida, de apenas 20 anos, teve sua vida interrompida de forma trágica após ser atingida por um automóvel que realizou uma manobra proibida. O que torna a tragédia ainda mais revoltante é a postura de quem causou o acidente: a fuga covarde e a omissão de socorro. No entanto, a resposta das autoridades foi implacável e rápida.
A Dinâmica do Crime e a Omissão
De acordo com as informações apuradas, Clarice conduzia sua motocicleta Yamaha Fazer quando foi surpreendida por um Ford Ka que executava um retorno proibido no cruzamento com a Rua Antônio Santiago. O impacto foi violento, arremessando a jovem ao solo junto com a moto.
Equipes do SAMU foram acionadas e tentaram reverter o quadro, mas a vítima não resistiu aos graves ferimentos e faleceu durante o socorro. Em vez de assumir a responsabilidade e tentar salvar uma vida, o condutor do veículo optou por uma fuga covarde em direção ao Centro da cidade, deixando a vítima agonizando no asfalto.
Ação Rápida: O Cerco e a Prisão
Se a imprudência choca, a eficiência da Polícia Militar traz um alívio imediato para a busca por justiça. Imagens de câmeras de segurança foram cruciais para rastrear os passos do veículo. Em uma operação rápida de diligência, os policiais encontraram o Ford Ka abandonado no bairro Belvedere.
A partir desse ponto, o cerco se fechou. O motorista, de 37 anos, e um passageiro de 19 anos — que também estava no carro durante o acidente e a fuga — foram localizados e presos. Ambos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Coronel Fabriciano, onde agora permanecem à disposição da Justiça.









